Navegar é preciso, mergulhar também.

by - janeiro 28, 2010

Ao longo da vida a gente aprende de alguma forma que não adianta esperar que uma pessoa lhe dê o que ela não possui, é inútil pedir à um cego que veja como o dia está lindo ou pedir à um surdo que ouça o canto dos pássaros. As pessoas exigem demais umas das outras, especulam, dissecam... E certas vezes, a gente faz isso consigo mesmo. Usar preto pra não te acharem gorda, esconder-se num personagem, mentir para ser aceito, talvez tudo isso seja uma forma de se enquadrar nas exigências e nos padrões que a sociedade nos impõe. Mas reflitam, de que adianta deixar transparecer uma face que não te pertence? De que adianta se submeter aos modelos estéticos e éticos da maioria? Isso só te faria igual à todo mundo...Voltando ao exemplo do preto, se existe algo que não engorda e vai bem com tudo, é a auto-confiança. É olhar para si e acreditar no que vê, na verdade, diria mais... Não é apenas uma questão de olhar, mas de enxergar.

A experiência de aceitação e exigência pode ser bem explicada por um mar. De longe ele pode ser verde, de perto azul ou até cristalino. Mas sua verdadeira face só pode ser desvendada ao mergulhar. É assim que deve ser com as pessoas... ao invés de impor e exigir, experimentem mergulhar em cada um (e em si mesmos), será a melhor forma de descobrir o quão um mar pode ser cheio de riquezas e encantos, das quais, muitas vezes nós deixamos passar por despercebidas.

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